Alopecia Androgenética – o que é e como tratar

Por Farmácia Garrido
Alopecia Androgenética
junho 2, 2022

A Alopecia Androgenética feminina e masculina, ou simplesmente calvície, como também é conhecida, é um problema que afeta negativamente a autoestima e vem sendo alvo de discussões frequentes nas mídias. Leia este artigo até o final para entender o que é Alopecia Androgenética, saber identificar se é preciso buscar ajuda profissional, e descobrir os tratamentos mais atuais.

O QUE É ALOPECIA ANDROGENÉTICA?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a Alopecia Androgenética é um tipo de queda de cabelo geneticamente determinada, relativamente frequente na população, mas com predominância no público masculino. O problema se inicia na adolescência, porém só fica aparente por volta dos 40 ou 50 anos de idade, revelando-se de formas diferentes em homens e mulheres.

SINAIS QUE INDICAM A ALOPECIA

Especialistas apontam que a queixa mais frequente nos casos de alopecia androgenética, é o afinamento dos fios – os cabelos vão ficando ralos e, gradualmente, o couro cabeludo mostra-se mais aberto:

ALOPECIA ANDROGENÉTICA MASCULINA

As falhas se concentram no topo da cabeça (coroa) e na parte frontal (entradas).

ALOPECIA ANDROGENÉTICA FEMININA

A calvície feminina acomete principalmente a região central do couro cabeludo. De acordo com especialistas, o afinamento e a queda vão deixando cada vez mais o couro cabeludo à mostra. No caso das mulheres, a calvície pode ocorrer acompanhada de irregularidade menstrual, acne, obesidade e aumento de pelos pelo corpo.

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QUEDA DE CABELO, QUEBRA E ALOPECIA ANDROGENÉTICA – DIFERENÇAS

Diariamente, perdemos de 100 a 200 fios em um processo natural que pode variar de pessoa para pessoa, e que faz parte da renovação capilar. É por isso que ao lavar ou pentear os cabelos, notamos alguns fios que se soltam. Apenas quando essa perda ocorre de forma mais acentuada é que podemos considerar um desequilíbrio a ser tratado e controlado.

Nos casos de queda de cabelo, é possível notar que eles se soltam inteiros, e essa queda pode ser de ordem hereditária – a alopecia androgenética, sobre a qual estamos falando neste artigo, ou pode ser multifatorial, estando associada a desequilíbrios hormonais, tabagismo, estresse, hábitos de vida não saudáveis e à deficiência de nutrientes. Ao notar alterações, é importante consultar um dermatologista, profissional que irá avaliar o quadro e indicar o tratamento adequado a partir do tipo de queda identificado.

Já os casos de quebra são consequentes do ressecamento dos cabelos e agressões, fazendo com que caiam em pedaços irregulares, e não inteiros como ocorre nos casos de queda capilar.

TRATAMENTOS

Por se tratar de um problema de origem genética, a calvície feminina e masculina não tem cura, no entanto, há opções de tratamentos que controlam e evitam o avanço do problema. Confira os principais a seguir:

Medicamentos orais – funcionam como bloqueadores hormonais. Entre eles estão a Finasterida e os anticoncepcionais.

Medicação tópica – muito utilizada para estimular a revitalização dos folículos, favorecendo o crescimento dos fios, onde já não cresciam mais. O medicamento tópico mais comum e recomendado, é o Minoxidil.

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Procedimento a Laser – ajuda a mudar o ciclo de crescimento dos fios, auxiliando no controle do problema. Deve ser realizado em clínica especializada, e normalmente são necessárias ao menos seis sessões.

Transplante capilar – é reservado aos casos mais avançados do problema. Os fios são implantados nas áreas afetadas, um a um, e os resultados começam a aparecer em seis meses.

Começar a controlar o problema de forma precoce, é o ideal. Por isso, ao identificar que os cabelos estão ficando mais finos, ou caindo mais que o normal, consulte seu dermatologista de confiança.

Atenção: este material possui fins informativos. Antes de iniciar qualquer tratamento ou procedimento, consulte sempre um profissional de saúde habilitado.

Fontes consultadas: Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)